por estas margens meus passos de infância e adolescência ecoam e meus olhos se enchem da luz e beleza que de lá sempre me chega e alimenta.
com meu pai colhia espargos bravos e procurava túberas. apanhava braçadas de flores selvagens lírios roxos e tantas outras, de uma beleza que só vendo, que no início da Primavera cobriam as colinas.
depois, enquanto meus pais descansavam conversando numa sombra, aventurava-me em busca do tesouro arqueológico que, sei, ainda me espera e vivia aventuras imaginárias que ali ganhavam dimensão e realidade.
com meu pai colhia espargos bravos e procurava túberas. apanhava braçadas de flores selvagens lírios roxos e tantas outras, de uma beleza que só vendo, que no início da Primavera cobriam as colinas.
os passos ficaram lá e a busca continua e meus olhos sempre se espantam e abrem a admirar tanta beleza.

4 comentários:
O meu Alentejo, está em EREMITÉRIO no jogo de 12 Palavras.
Já li amigo. Mas...espera ou volto ou náo. Vou enviar e-mail.
bj
Luz e paz
Ah, o meu Alentejo está, como o teu, dentro de mim.
Tão bonita esta paisagem!
Como eu adoro o alentejo e
ter alentejanos por amigos.
Interessante este blogue.
se quiser passar pelos meus
http://intemporal-pippas.blogspot.com
ou http://plullina.blogspot.com
Cumprimentos.
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